24 de fev. de 2015

Resenha do livro: Para Sempre



Oi pessoas :) Como não faço uma resenha há muito tempo, deu uma vontade de fazer. Enfim, não é por que gostei demais ou de menos desse livro, só achei que já era hora de voltar a escrever.
Vamos começar falando da nossa autora, Alyson Noel. Eu li um livro dela e gostei muito, e me interessei por ler esse. Alguns fatores como a minha professora de literatura influenciaram para que eu lesse esse livro. Não que ela tenha pedido nem nada, foi tipo uma troca de livros com o colega, você emprestava um e recebia outro. Como eu sou muuuuuuuuuuuuuuuito ciumenta em relação aos meus queridos livros (a única pessoa para quem emprestei livros foi a minha prima), eu já estava com medo de ter que emprestar qualquer um dos meus amores pra qualquer pessoa que não tivesse cuidado. Eu e minha amiga, Lívia, montamos um esquema, ela me empresta o dela e eu lhe empresto o meu (se não fosse esse incidente, eu nunca tomaria a iniciativa de pedir emprestado). Trato feito.
Essa série de livros é totalmente dividida entre as críticas, muitos amam, muitos odeiam. Não posso dizer que amei, porque realmente, eu não amei, mas também não posso dizer que odiei, porque eu realmente não odiei. Então, o que eu achei do livro? Ele é realmente bom, o caso é que achei um pouco "igual", nada que eu nunca tenha lido antes. O chamado clichê em várias partes do livro. Independente de tudo isso, eu recomendo a leitura.


As cores da aura e seus significados


Começando pelo clichê de sempre, morte dos pais (o que eu não posso reclamar porque também escrevo sobre isso), o livro começa a contar a vida de Ever Bloom após a morte da sua família. Nesse primeiro livro da saga "os imortais" é muito parecido com vários livros que já li, e admito que isso me fez perder um pouquinho do encanto pelo livro. Se parece muito com um dos meus livros favoritos, Fallen (que foi o que eu troquei com minha amiga), em ambos os livros o garoto é imortal e a garota já viveu em outras vidas com ele e sempre volta.
Ever se tornou uma espécie de médium que consegue ler pensamentos, ver as auras das pessoas e falar com a irmã morta. Ela não consegue controlar seus poderes e se esconde atrás de óculos escuros, moletons e fones de ouvido. Até que ela conhece Damen, o mocinho. Isso me fez começar a achar o livro chato, sempre a mesma coisa, a garota sem personalidade e problemática que não é nenhum destaque no colégio se sente atraída pelo aluno novo (por qual todas as garotas ficaram caidinhas) e já é de se adivinhar que ele fique com ela. Clichê, Clichê e mais clichê. O livro seria melhor sem isso.
Devo dizer que me apaixonei por Damen, assim como me apaixono por todos os garotos misteriosos de todos os livros. Eu sinceramente achei coincidência demais o nome ser muito parecido com o protagonista de The Vampire Diaries, Damon.
"O olhar que faz a gente derreter, o toque que faz a gente formigar, a voz que silencia o mundo"(Pag. 41)
A união de Ever e Damem causou raiva desde o começo, raiva entre as pessoas da escola, pelo simples fato da esquisitona estar namorando o cara mais desejado e raiva fora da escola, o que cria várias cenas de muita emoção.
"Se a voz já era aquela maravilha, capaz de me cercar de silencio, e o toque aquele espetaculo, capaz de eletrizar minha pele, o beijo...bem, o beijo é uma experiência Sobrenatural. Quando Damen se afasta e fica me olhando, fecho os olhos novamente e puxo o garoto de volta pelas lapelas da casaca."

Em todo o livro eu só pude perceber que o foco desse livro é o publico teen. Muitas meninas se identificam com a Ever e acabam amando. Acho que o contexto é apenas virado para adolescentes, pude perceber pela minha experiência com muitos livros mais "maduros". Acho que a Alyson deveria tentar construir um enredo mais abrangente que não focasse somente no adolescente.
Ever só descobre o segredo de Damen lá pro final do livro e fica aquele clima meio "Crepúsculo". Depois de constatar que Damen raramente comia, nunca adoecia, vivia bebendo um líquido vermeho, usava expressões de outro século, sendo estranhamente perfeito em tudo que fazia, ter rodado o mundo em tão pouco tempo... enfim, não vou listar todos os motivos, é uma longa lista. Então ela descobre que ele é imortal.
Achei o romance entre eles um pouco forçado, sei lá, eles deveriam se conhecer melhor, ela não sabia nem o telefone dele. E para investigar a vida dele, contou com a ajuda de sua irmã morta. Riley descobriu onde ele morava e tudo começou a se desencadear a partir dai. Mas o fato é que ela sequer conhecia o garoto e saiu com ele. Muuito estranho.
Depois de estarem namorando, e assim que ela descobre que ele é um imortal, ela exige distância e ele se afasta dela por um tempo (claro, clichê novamente).




Mas como tooooooooodos os clichês, o final do livro sempre termina bem, o mocinho e a mocinha juntos. Ever descobre o significado da tulipa vermelha que Damen sempre materializava para ela (essa parte foi uma das melhores no livro todo).


Finalizando com um "EU TE AMO" para completar a nossa cota de clichês. Apesar que eu achei muito lindo essa parte do - Sempre amei. E sempre vou amar.

 Eu gostei bastante do livro, e indico pra quem gostar, mas é bom saber que tem muuuuito clichê e algumas partes bem chatas. Apesar de ter deixado muita parte do livro de fora, espero que dê pra entender. Saibam que eu gostei muito do livro, talvez esteja parecendo que não, mas é que sou muito crítica em relação a livros. Espero que tenham gostado. Até a próxima XD
             “O perdão cura. Sobretudo quando perdoamos a nós mesmos.”


15 de fev. de 2015

Nobody Knows: Capítulo 35

Capítulo 35 - Garoto Problema


Quando alguém entra na sua vida inesperadamente, esse alguém bagunça a sua vida e se torna necessário. O Matthew chegou rapidamente, e ao contrário disso, tornou a minha vida um pouco mais fácil. Ele transformou a vida em algo simples. A cada momento em que estive ao seu lado, pude sentir que ele era necessário. Não consigo me imaginar sem ele.
Ao meu lado, ele dirigia, as janelas abertas do carro deixavam o clima entre nós mais gostoso. A velocidade com que ele conduzia o carro, me assustava. Bem, eu tenho esse péssimo costume de usufruir das altas velocidades, mas ele, ele era incrivelmente rápido, o que me fazia segurar nos bancos do carro a cada curva.
- Se for para segurar no banco dessa maneira, segure no meu braço querida – não olhei para ele, mas pude sentir um leve sorriso em seu rosto.
- Não seria legal você ter o seu braço marcado com minhas unhas – ironizei.
- Seria um grande privilégio ter suas unhas cravadas em meu braço – ele me olhou com aquele olhar perfeito e eu sorri levemente.
- Você está pedindo Matthew Taylor! – eu sorri intensamente.
- Você deveria sorrir mais, fica mais perfeita do que já é – corei com suas palavras, ele é mais doce do que qualquer outro garoto que conheci.
- Não tente flertar comigo – ameacei em meio a risadas.
- Você está pedindo Luísa Stevens!
- Ei, essa é minha fala – eu lhe dei um leve empurrão no braço e ele riu despreocupado.
Às vezes me pego pensando como eu seria se não tivesse conhecido ele. Minha vida seria um pouco mais difícil. Talvez eu nunca mais conhecesse ninguém como ele. Ou talvez eu não atraísse tantos problemas.
- Você está pensativa, me diga o que está pensando – ele disse com sua voz doce, interrompendo meus pensamentos.
- Se eu te dissesse, deixaria de ser um pensamento – ele me olhou com uma expressão indecifrável.
- Pra onde iremos agora? Para a minha casa? – me lembrei de que, antes de acontecer o que quase aconteceu mais cedo, estávamos a caminho do hospital.
- Bem, nós estávamos indo para o hospital antes de “mudarmos nosso caminho”, mas já que está dirigindo, pensei que soubesse para onde iríamos.
- Meu pai pode esperar até amanhã, a menos que queira voltar.
- Podemos ir para a minha casa – optei por essa escolha, já que, se fossemos para a casa dele, ficaríamos sozinhos, temo o que pudesse acontecer.
- Você está evitando ficar sozinha comigo? – ele me pegou em cheio e eu fiquei sem palavras.
- Eu não tenho motivos pra isso, tenho? – tentei jogar pra ele.
- Isso é você quem me diz, você sabe que eu não faria nada que você não quisesse. Você confia em mim? – isso já era o bastante. Sua forma de falar era como abraçar um ursinho de pelúcia, melhor impossível.
- Eu sei, mas nesse momento eu quero ir para a minha casa, com você – foram as ultimas palavras ditas dentro do carro.
***
Ao nos aproximarmos do prédio em que moro, avistamos uma viatura da polícia. Meu coração foi tomado pelo medo. E a cada segundo, a imagem ficava mais nítida. Eu pude ouvir as batidas do meu coração. O nervosismo tomou conta de mim e minhas mãos começaram a suar e tremer, meu sangue pulsava drasticamente pelo meu corpo. E quando Matthew parou o carro, pude ver que o meu irmão estava ali. Sucumbi a dor. Me entreguei para a parte destrutiva de mim.
Abri a porta do carro barbaramente, e corri para onde estavam aglomerados. Lexie me olhou e desviou o olhar para o Alex. Eu já não estava com medo. Estava com raiva. Não quero mais mentir para proteger o Alex, ele já é maduro o suficiente para pagar pelos seus atos.
- O que aconteceu? – perguntei a Lexie. Percebi que o Matthew encostou perto de nós para saber o que estava acontecendo.
- Pegaram o Alex portando drogas – ela disse enquanto colocava suas mãos para cobrir o rosto.
- Como é que é? – engasguei
Matthew me abraçou por trás e me girou para ficar frente a frente com ele.
- Olhe nos meus olhos – ele segurou meu rosto – Fica tranquila, vai ficar tudo bem, eu vou dar um jeito nisso. Não se preocupe, não fique nervosa. Confie em mim, tudo vai dar certo. Entendido? – eu acenei que sim – Ótimo, agora suba com sua irmã, eu vou dar o meu jeito.
- Matthew, eu gosto muito de você, mas isso é problema nosso, não seu – Lexie advertiu – Fica fora disso, todos nós sabemos que o seu  “jeito” é o dinheiro. As coisas não funcionam assim – nesse momento o Matthew pareceu um pouco constrangido, mas logo sua expressão mudou.
- Alexandra Stevens, o meu “jeito” não é o dinheiro, não insinue que irei pagar qualquer tipo de propina aos policiais. Você é uma pessoa merecedora do meu respeito, portanto, eu exijo – ele enfatizou a palavra – que você me respeite da mesma maneira que eu lhe respeito.
- Você está brincando com fogo, Taylor – ela ameaçou. E desde pequena eu aprendi que se Lexie te chamar pelo seu sobrenome, ela quer te matar.
- Eu trouxe muita água, Stevens – ele retrucou e eu senti uma repentina vontade de rir.
 Lexie me lançou um olhar feio e começou a andar para a porta do prédio, então eu fui atrás dela. Até a sua maneira de caminhar era raivosa.
Eu sempre temi o dia em que alguém desafiasse ela, é a mesma coisa que colocar um braço na boca do leão, por mais que ele seja domado, existe sempre um percentual que ele feche a boca. Matthew estava brincando com o Leão.
***
Depois que Lexie sumiu dentro do seu quarto, eu deitei em minha cama e comecei a olhar o teto. Típico de alguém que está morrendo de tedio. Rolei de um lado para o outro e não consegui parar de imaginar como Matthew estaria resolvendo as coisas lá embaixo. Será que ele conseguiu? Será que ele é amigo de algum desses policiais? Será que ele está usando sua influência?
Parei de pensar em tudo isso e ouvi a voz da Miranda em minha cabeça – Claro que você está apaixonada por ele. Balancei a minha cabeça para apagar esses pensamentos. Peguei o meu celular e tinham três recados. Abri o primeiro, era da Miranda.
Oi, eu disse que passaria ai, não deu, fiquei presa na faculdade fazendo uns trabalhos. Depois conversamos sobre aquilo... Enfim, te vejo amanhã na festa do Lucas, eu sinceramente espero que você vá. Muitos beijos, fique bem.
Então eu me lembrei da festa do Lucas. Minha memória anda falhando um pouco. Por um minuto pensei se responderia ou não e resolvi ligar e deixar o recado.
Oi, foi melhor você não ter vindo mesmo, estamos enfrentando uma barra aqui em casa. Tudo está de cabeça para baixo. Eu saí com o Matthew e nos acertamos, as coisas ficaram um pouco “quentes”. Então eu realmente não sei se vou a festa de amanhã, vai depender de como as coisas estão por aqui e da minha saúde também. Precisamos conversar, me ligue na hora que puder, fique bem você também. Mil beijos!
Abri o próximo recado e era do Perry.
Eu tentei te ligar e você não atendeu, imaginei que não estaria em casa. É claro que você está sabendo que eu e Miranda nos separamos. Me ajude com isso. Me liga.
Foi tão bom ouvir sua voz novamente. Infelizmente ele estava sofrendo com isso. Será meu papel uni-los novamente.
Perry, desculpa por não te atender, eu estava ocupada. Não se preocupe, eu irei ajudar com o que precisar. Pode passar aqui em casa quando quiser. Você sabe que tenho o maior prazer em te ajudar não é mesmo?
Finalmente, o ultimo recado era de Lucas, ele também disse que passaria aqui.
Olá Luli, pedi a Miranda para te avisar da minha festa, mas achei mais adequado te convidar formalmente. Vai ser amanhã, eu quero muito que você vá. E antes que pergunte, estou comemorando que Clarisse veio morar comigo, ao meu lado ela está a salvo. Nos vemos amanhã, não irei te perdoar se você não for.
É claro que eu vou! Clarisse é a irmã mais nova do Lucas, ela e Alex andavam juntos o tempo todo. Ela era muito companheira. Lucas comentou que ela estava tendo problemas com o namorado. Fico feliz por ela.
Você está me convencendo, eu irei pela Clarisse.
Com apenas essas palavras, desliguei meu celular. Ouvi alguns barulhos vindos da sala e sai do quarto. Lá estavam eles, Matthew e Alex. Ele conseguiu. Mas ao se aproximar de mim percebi que o seu olho estava roxo.
- O que aconteceu? – perguntei ao Matthew
- Nada, não se preocupe!
- Não me preocupar? Eu te deixo lá em baixo com meu irmão e três policiais e você diz pra não me preocupar porque você voltou com um olho roxo? – eu percebi que ele não queria contar. Então liguei os fatos – Foi o Alex não foi? – ele não confirmou e não negou. Mas eu soube que meu irmão havia feito aquilo.

Férias Literárias

Olá pessoas :) Estava com saudades de postar aqui. Minha internet tem andado muito ruim e o meu notebook muito lento, prometo que vou regularizar os posts.
Como passaram de férias? Bem, as minhas foram de mudanças. Mudança de pensamento, de visão da vida etc e tal. Me apaixonei pelo Nicholas Sparks e não me pergunte como. Ele só é imensamente perfeito e seus livros descrevem cada romance... um mais lindo que o outro. Posso falar dele o dia todo, ou até mais.
Essas foram as férias que eu comecei a assistir muitos seriados. Comecei a pensar em escrever uma nova fanfic. As férias em que viajei (bom, já fazia quase um ano que eu não viajava pra o litoral, acredite, isso foi um recorde NADA bom). Fiz um propósito de quantos livros irei ler. 
Enfim, vou começar a falar do Nicholas Sparks, minhas amigas já não aguentam me ver falando dele, se você ler qualquer livro dele, se sentirá assim como eu. Ou talvez, não seja necessário ler um livro, apenas uma frase pela qual sou apaixonada:
"O amor é paciente e benigno, não arde em ciúmes; o amor não se ufana, não se ensoberbece; O amor não é rude nem egoísta, não se exaspera e não se ressente do mal. O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Está sempre pronto para perdoar, crer, esperar e suportar o que vier.'' - Um amor pra recordar.
É linda a forma com que o pensamento é expressado, a maneira que soa ao falar essa frase. No filme então... nem se fala.
Atualmente, me tornei amante de frases sobre a vida. E também comecei a apreciar o céu, do qual tirei a seguinte conclusão: " A verdadeira obra-prima da vida está acima de nós, totalmente gratuita, livre e excepcionalmente lindo. É algo de perfeição imensa, porém, nem todos o valorizam como ele merece. Normalmente ele passa despercebido em meio a correria do cotidiano. independentemente de como o olhamos, ou de onde, ele sempre será igual, sempre será o Céu." Não ficou nenhuma mensagem marcante nem nada demais, apenas um pensamento meu.
Nessas férias, imaginei que não viajaria. Até que recebi a notícia que iria viajar faltando 4 dias para o começo das aulas. Ainda por cima, estendemos o nosso tempo de viagem e acabei perdendo uma semana de aula. A viagem foi espetacular. O lugar único. Não entrarei em detalhes sobre a viagem em si, não quero que esse post fique gigante. 
Como fiz uma viagem para um local próximo à minha cidade (não tão próximo assim, especificamente seis horas e trinta minutos de ônibus), fui de ônibus. Eu quase não durmo em viagens, simplesmente não consigo. Com isso, baixei três filmes para assistir durante o caminho. Um Porto Seguro, Se Eu Ficar e Um Amor pra Recordar, desses eu só havia assistido Um Amor pra Recordar (convenhamos que esse filme dá pra assistir mil vezes, e chorar as mil). Adorei os filmes. Já virei amante.
No ônibus, eu sou aquela pessoa que tem ataque de risos quando estão todos dormindo, que irrita a todos com o celular ligado a viagem INTEIRA, e que fica cantando alto. 
Enfim, as férias foram legais, não a melhor, e muito menos a pior. Li uns dez livros, assisti uns trinta filmes. E criei uma listinha de livros que pretendo ler. Lá Vai:

Livros que pretendo ler em 2015:
Divergente;
Se eu ficar;
Quem é você, Alaska?;
Cidades de papel;
A teoria de tudo;
Para sempre;
Veneno;
A menina que roubava livros;
Sob a redoma;
Queda de gigantes;
Garota exemplar;
Will e Will;
Querido John (Já li em pdf);
A revolução dos bichos;
Uma longa jornada;
Tormenta;
Cidade das cinzas;
Maze runner;
Como eu era antes de você;
A ultima musica;
Enquanto eu te esquecia;
Por toda a eternidade;
A ultima carta de amor;
Uma prova de amor;
Tudo aquilo que nunca foi dito;
Um porto seguro;
Presentes da vida;
O lago místico;
De volta para casa;
O reino das vozes que não se calam;
Garotas de vidro;
Cartas de amor aos mortos;
Um lugar para ficar;
Do seu lado;
Entre a paixão e a dor;
A aposta;
O jogo perfeito;
Sou louco por você;
Carolina se apaixona;
Após a tempestade;
Questões do coração;
Ame o que é seu;
A seleção;
Simplesmente acontece;
P.S. Eu te amo;
O milagre;
O resgate;
O melhor de mim;
Uma curva na estrada;
O casamento;
Uma carta de amor;
Diário de uma paixão;
Um homem de sorte;
A escolha;
O livro do amanhã;
O presente;
Laços inseparáveis;
A verdade sobre nós;
Louca por você;
100 dias em Paris;
A bussola de ouro;
A garota da capa vermelha;
The goddess test;
Sonhos;
As vantagens de ser invisível;
Magia ao vento;
Dezoito luas;
Escuridão;
Eu diria que te amo, mais ai eu teria que te matar;
Formaturas infernais;
Enviados;
Ladrão de almas;
Olho por olho;
Maldosas;
Métrica;
Reflexos;
Dança dos sonhos;
o Mar de Monstros (já li em pdf);
Anjo mecânico;
O beijo das sombras;
A hora secreta;
Sussurros ao luar;
Starters;
Sussurro;
Como se livrar de um vampiro apaixonado;
The unwritten rule;
Trocada;
Um caso perdido;
Lua nova (já li em pdf);
Aconteceu em Paris;
Devoção;
Deixe a neve cair;
O morro dos ventos uivantes.

Ufaaaa... 90 livros... Sim, eu pretendo ler todos esses ainda esse ano, a questão é a verba para comprar. Como todos na minha situação sabem que, nenhuma mãe ou nenhum pai vai te comprar 90 livros, e nós, pobres mortais, recebemos o nosso humilde salário (o troco do dinheiro do lanche) que não dá pra comprar nem metade disso. Então recorremos aos nossos parentes e amigos queridos. Quem quiser me dar um livro... estou aberta para receber hahahaha.
Sou apaixonada por livros e fiquei decepcionada por ter lido apenas 30 livros em 2014. Esse ano além de aumentar a minha meta, estou mudando bastante o meu gênero literário. Antes eu tinha fixação por livros que tratavam de um romance sobrenatural, agora, estou mais na onda dos romances lights e dramáticos, se for triste, melhor ainda. Isso não significa que pararei de ler os romances sobrenaturais, apenas diminuirei os meus ritmos.
Vejamos...todos irão se perguntar sobre alguns livros "cultos" que tem nessa lista. O motivo é que como entrei no ensino médio esse ano, quero começar a ler livros que possam me ajudar com os estudos ***Dica do meu Pai*** mas quero ir devagar, um romance histórico, da época das revoluções cai bem. Um livro que achei bem interessante, foi o diário de Anne Frank, que na época que eu li, teve os seus prós e contras. Por exemplo, eu li para a disciplina de história no colégio, para fazer uma avaliação, o que me rendeu uma baita dor de cabeça, tive que correr contra o tempo para ler o livro e acabei pulando algumas páginas que achei entediantes, porém, se bem analisado, o livro é sim, muito bom, descreve a vida da garota sem deixar de lado os fatos históricos. Recomendo e leio novamente.
Por hoje é só, lembrando que estou aberta para sugestões de livros ou de qualquer outra coisa. Farei um novo post em breve, pretendo regularizar as datas. 
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Beijoooooos e até o próximo post :) e fiquem com uma frase de um livro que estou lendo.
"O perdão cura. Sobretudo quando perdoamos a nós mesmos." - Alyson Noel - Evermore



20 de jan. de 2015

Nobody Knows: Capítulo 33

Acordei às oito horas da manhã, pra ser mais clara, eu quase não dormi, e eu tenho muitos motivos para isso, o Matthew, o Alex que por sinal ainda não chegou em casa, a mensagem... enfim, acho que já deu para entender. 
Acho que o pior defeito da raça humana é se importar com que os outros pensam. Eu era o tipo de pessoa que vivia para agradar os outros, até que eu me cansei de ser assim. Depois disso, eu criei a minha própria personalidade. E eu ainda não acredito que o Matthew me contou tudo aquilo. Ele não se importou com o que eu iria pensar, não se preocupou em me agradar, ele apenas contou a sua história de vida, mesmo se arrependendo. Tá aí uma coisa que eu comecei a admirar nele. A maioria dos caras jamais contaria isso para uma garota. 
Peguei os meus óculos, escolhi um livro da minha coleção do Nicholas Sparks, peguei o meu IPod e me sentei perto da janela. Comecei a ler, mas a minha cabeça estava longe demais para conseguir ler aquilo ali. 
- Ei – a Lexie sussurrou em meu ouvido enquanto tirou um dos meus fones. 
- Oi, você me assustou. 
- Eu te chamei umas seis vezes. 
- O que você quer? 
- Miranda está no telefone – ela mostrou o meu celular na mão dela. 
- Espera, você atendeu o meu telefone? 
- Estava tocando sem parar, agora, tchau, que eu estou muito atrasada – ela disse saindo de perto de mim para pegar a bolsa. 
- Mas que novidade – eu gritei enquanto ela saia – Oi – atendi o celular 
- Como você está? – ela perguntou com uma voz meio insegura. Miranda insegura era algo impossível de acontecer. 
- Eu estou bem, parece que você que não está, o que aconteceu? 
- Venho com notícias boas e ruins, a boa é que eu sou candidata ao intercâmbio para a França, tenho tido um ótimo desempenho nas aulas de Francês – ela voltou a ser mais ela. 
- Nem me lembrava mais das aulas de Francês – nós rimos – e qual a ruim? 
- Eu e o Perry, nós terminamos – sua voz despencou, da confiante a um choro vergonhoso. 
- Ei, não chore, se quiser, pode vir aqui em casa – resolvi não perguntar o porquê, isso só iria magoa-la mais ainda. 
- Eu estou na faculdade agora, talvez durante a noite eu passe aí – ela disse enquanto recuperava o fôlego – até logo –ela deu uma pausa – Eu já ia me esquecendo, o Lucas pediu pra convidar você para a festa dele. 
- Festa dele? – eu fiquei imensamente surpresa. 
- É, eu não sei direito, ele disse que depois passa aí em sua casa, agora eu tenho que ir mesmo, tchau. 
Eu fui até a cozinha e peguei uma xícara de café e liguei a televisão. Já tinha me esquecido como é ruim ficar sozinha. Peguei o telefone e liguei para o Dr. Taylor. 
- Alô? – ele atendeu com aquela voz familiar, me fez sentir saudades dele e até mesmo da maluquinha da Melissa. 
- Oi, aqui é a Luísa, o senhor disse que eu poderia ligar se precisasse. 
- Olá Luísa, em que posso te ajudar? – ele disse – Por favor, não me chame de senhor, me chame de Adam. 
- Então, Adam, o Matthew disse que você precisa falar comigo. 
- Sim, então, ele pediu “demissão” – ele riu – do cargo de cuidar de você – aquilo me magoou – Para não termos o trabalho de te trazer novamente para o hospital, que tal uma nova cirurgia? Já estudei tudo, e dessa vez prometo que conseguiremos. 
- Acho uma boa ideia – tentei parecer o mais animada possível. 
- Precisamos ter uma conversa antes e fazer uns novos exames, tudo bem pra você? 
- Claro! 
- Nos vemos hoje á noite? 
- Claro – eu desliguei. 
Fiquei por mais um tempo assistindo filmes na televisão, até o momento em que a campainha tocou. A ultima pessoa que eu esperava ver, Derek. 
- O que você quer aqui? – perguntei tentando intimidá-lo, uma missão quase impossível. 
- Eu quero que me escute – abri a porta para que ele entrasse. Não sei o porquê. 
Ele se sentou, e eu me sentei na outra ponta do sofá. Ele se aproximou e eu me distanciei. 
- Derek, se você quer que eu te escute, fala logo, eu não tenho o dia todo – ameacei. 
- Não é o que parece, esse cobertor e essa xícara de café, indicam que você estava sentada assistindo televisão – eu lancei um olhar de ira para ele e acho que entendeu o recado. 
- Eu não tenho o dia todo só para você, a propósito, como conseguiu subir sem passar pelos porteiros? 
- Eu tenho meus meios, na verdade, eu sempre tenho. 
- Sai daqui Derek, eu nem sei por que deixei você entrar. 
- Oh, tudo bem. Eu quero me desculpar, na noite passada, tudo aquilo que eu te disse, foi da boca para fora. Eu não sei nem o que eu disse, eu estava chapado, depois da noite aqui em sua casa. A minha irmã me disse que deu para ouvir do lado de fora a nossa briga. – ele estava baixando a guarda. 
- Derek Collins, pedindo desculpas? Não é possível - tentei ironizar, mas tudo o que estava em minha boca tinha que sair – Você estava certo sobre tudo, eu sou tudo aquilo que você disse, acho que até um pouco mais. Então, você não me deve desculpas. Por favor, vá embora, eu preciso ficar sozinha. 
- Não, você precisa disso – ele se aproximou de mim e me beijou, cada vez mais, eu não consegui parar. 
Chegou a um ponto em que seu corpo estava encima do meu, ele me beijava fundo, e a cada toque meu corpo sentia uma vibração. O turbilhão de emoções me fez separa-lo de mim. 
- Você gosta de mim? – foi a única pergunta que saiu da minha boca. Haviam tantas. 
- Defina “gostar” – ele disse como se nada não estivesse acontecido. 
- Você só pode estar brincando, não acredito nisso. 
- E como você acha que eu me sinto? Por sua causa, eu não dormi, fiquei mal. Parece até que tem alguma coisa no meu estômago. Um frio. 
- Um frio? – eu estava com muita raiva – Ah não, isto não está acontecendo. 
- Não tem ninguém mais surpreso e envergonhado do que eu. 
- Derek, eu nem sei o que te dizer, acho que você deve beber alguma coisa pra passar esse frio, eu não irei sacia-lo. 
- Vai dizer que não gostou? Não minta, você amou, se sentiu adorada. 
- Não é questão de gostar ou não Derek, não rola. 
- Você gosta de mim? Sabe, se não gosta, foi o que deu a entender. Você foi me procurar ontem para que eu te explicasse. 
- Gostar de você? Ah Derek, vai embora daqui. Eu e você, chega a ser debochado 
- O beijo nem foi tão bom assim, já beijei outras garotas bem melhores que você. 
- É claro, você adora uma prostituta. 
- Tem razão, não posso comparar elas com você. No quesito experiência, elas ganham de lavada.
- No quesito Caráter, elas perdem de lavada. 
- No momento eu não estou me importando muito com caráter. 
- Agora não é hora de me redimir. Você tem namorada! – ele começou a andar até a porta 
- Eu não sou do tipo que namora. Mas isso não é da sua conta – Ele abriu a porta – A propósito, você fica linda de óculos – ele bateu a porta com força. 
Derek era o tipo de pessoa imprevisível, ninguém sabe qual será o seu próximo movimento, ninguém sabe quando ele vai dar o “bote”. Sempre somos surpreendidos pelas suas atitudes. Com ele, só nos resta esperar . 
Assim que ele saiu, eu me senti uma idiota em ter beijado ele. Só não sei como isso aconteceu. Em um momento ele me beija (e eu deixo) e em outro momento ele me esnoba. 
Meus pensamentos foram interrompidos com o Alex entrando disparado pela porta. Seu rosto demonstrava medo, e ele pareceu estar exausto. Então ele chegou perto de mim, ofegante. 
- Tenha calma Alex, o que aconteceu? – Indaguei, um tanto curiosa, da mesma forma que estava preocupada. 
- Eu matei uma pessoa – ele foi curto e direto. O seu suor estava pingando, seu coração acelerado. E eu, eu estava assustadoramente preocupada. 
Parece que a garota da lingerie e o garoto da toalha andaram pulando a cerca. O que você acha? Eu conto ou não conto para os outros? 
Eu posso ficar de bico fechado sobre o seu irmão, posso livrar a barra dele, mas eu tenho condições. Você sabe que me ama -A 

Nobody Knows: Capítulo 34

Muitas das vezes que nós mentimos, é por medo da verdade. Eu tenho medo de muitas verdades, então eu minto. Alex diz ter matado alguém. Nós estamos passando por tanta coisa, mentir é a melhor saída. Dizer que não somos culpados é o mais fácil a se fazer, porém, o certo e o fácil nunca são a mesma coisa. Ás vezes temos que escolher entre o certo e o fácil. Dessa vez, para proteger o meu irmão, eu escolho o fácil. Ele pode ser a pior pessoa do mundo,  pode ter feito coisas horríveis comigo, mas ele é meu irmão e eu o amo o suficiente para protege-lo.
Estou mais confusa que tudo, eu não sei mais nada a respeito dos meus sentimentos. Até ontem eu amava o Matthew. Se eu ainda o amo? Acho que amo. Mas o Derek confundiu tudo. Eu não amo o Derek, amar uma pessoa como ele é uma coisa muito difícil, ele é uma pessoa difícil. Eu não sinto atração por ele, na verdade, eu não sinto nada por ele. Mas quando ele está por perto, ele intimida, ele te induz a fazer o que ele quer.
Peguei o meu celular para responder a mensagem.
O que você quer pra não contar e proteger o meu irmão?
Eu não estava ansiosa pela resposta, fui até a cozinha e peguei um copo de água para mim e outro para o Alex. Eu dizia pra mim mesma que não estava ansiosa, a verdade é que eu estava com medo da resposta. Mas as pessoas dizem que a partir do momento que você começa a acreditar em sua mentira, ela se torna real, pelo menos para você.
- Você tem certeza disso? – perguntei a ele.
- É claro que tenho, eu passei com a moto encima de uma pessoa – ele respondeu como se fosse algo tão óbvio.
- Como conseguiu fugir sem que ninguém te visse? Como conseguiu atropelar uma pessoa? Você está se sentindo bem?
- Olha eu estava bêbado e agora estou de ressaca, não dá pra pensar com você fazendo questionário no meu ouvido – ele se levantou
- Alex, você matou uma pessoa, eu posso muito bem ir na delegacia agora e dizer que você assumiu – ameacei
- Você não vai fazer isso, eu te conheço bem o suficiente pra saber –ele começou a caminhar para o quarto dele.
-As pessoas mudam – comecei a caminhar atrás dele.
- Você não - ele se virou para mim e fechou a porta do quarto.
Tomei um banho, vesti uma roupa e fiquei esperando a Lexie chegar com o carro para que eu pudesse ir ao hospital. Peguei o meu celular e lá estava a mensagem.
Já que você gostou tanto de beijar Derek Collins, beije-o novamente na festa do Lucas Parker, publicamente.
Desabei. Para salvar o meu irmão, eu preciso beijar um cara. Aparentemente, uma coisa simples. Como eu disse, aparentemente.  Estou certa de que Derek é sinônimo de encrenca. Não posso beija-lo publicamente, isso seria magoar o Matthew, ele é tão bom pra mim, não me parece a coisa certa a fazer. Por outro lado, é o meu irmão, eu prometi a minha mãe que iria protege-lo, devo cumprir a minha promessa. Estou em uma situação de limite na qual todas as minhas escolhas irão machucar pessoas que amo.
Meu telefone tocou me tirando do transe. Li na tela, Matthew. Fui tomada pelo medo de atender. Eu me conheço muito bem. primeiro irei agir estranha, depois ele vai perguntar por quê, eu não poderei contar o que realmente aconteceu, então irei mentir. Quando estou nervosa sou péssima atriz.
- Alô? – decidi atender.
- Eu estava preocupado com você – ele disse e então vários pensamentos vieram à tona.
Ele não tinha motivos para se preocupar comigo. Ou tinha? Talvez ele soube que o Derek me fez uma visita. Ou talvez ele saiba o que o Alex fez. Ou até mesmo o pai dele tenha contado que eu iria ao hospital. O que eu estou pensando? Não existe chance dele saber de tudo isso. Eu devo relaxar.
- Não tem com o que se preocupar – soltei isso da forma mais amarga possível.
- Não foi o que pareceu – pude perceber no tom da sua voz que ele estava preocupado comigo de verdade. O que ele soube?
- Não? – meu coração começou  bater cada vez mais rápido.
Na minha cabeça ele poderia responder a qualquer momento – Fiquei sabendo que o Derek foi te fazer uma visita – ou até mesmo – O Alex matou uma pessoa – E novamente eu estava imaginando coisas impossíveis. Relaxe. Relaxe. Relaxe.
- Você ainda pergunta? Até parece que não foi você que me mandou aquela mensagem.
- E não mandei. O que diz na mensagem?
- Sério que não foi você?
- Sim, o que diz ai?
- Nem queira saber.
- Qual é? Fale!
- É melhor pessoalmente, você vai ao hospital hoje?
- Sim, marquei com o seu pai. Estou esperando a Lexie chegar.
- Posso te dar uma carona, estou indo pra lá, no caminho conversamos.
- Tudo bem.
***
- Boa noite – o Matthew disse enquanto eu entrava dentro do carro dele.
Aquele sorriso. Aquele cheiro. Aquela voz. Aquele rosto. Tudo nele parecia tão renovado. Meu coração acelerou quando ele se aproximou para me dar um beijo. Um beijo no rosto. Tão delicado que me deu vontade de puxa-lo para mim e dar-lhe um beijo apaixonado. Quando ele se aproximou pude perceber que ele se sentia da mesma forma, ou talvez um pouco pior.
- Boa noite. E ai? – murmurei. Parecia que não nos víamos a algum tempo. Ele cortou o cabelo, isso deixou ele com uma feição mais arrumada e elegante. Estava gracioso. Seus olhos claros encontraram os meus e eu senti meu coração acelerar mais e mais.
- Eu estou bem, com saudades de você, é claro – aquilo me pegou de surpresa e eu não sabia o que dizer. Então o motor do carro dando partida me tirou do transe.
- ham...é... eu também estou com saudades – gaguejei.
- Precisamos conversar!
- Sobre?
- A mensagem.
- Ah,claro, a mensagem.
- Dizia que eu não era bom o suficiente para você, e que você já tinha outro. É verdade? – seu olhar era sério, sua face, duvidosa.
- Matthew – comecei e então pensei em Derek – Você é mais do que bom pra mim, aliás, eu não me acho boa o suficiente para você. Eu nunca diria isso para ninguém.
-E quanto a parte que você já tinha outro? – eu não conseguiria mentir e dizer que não. Na verdade eu não tinha outro, Derek não era outro, ele havia apenas me beijado. Um beijo não significa nada.
- Você está com ciúmes? – forcei um sorriso e soquei seu braço de leve.
- Não – ele disse com uma voz séria. Mas depois que me viu rindo, começou a rir instantaneamente.
- Está sim! Meu bem, não fui eu quem enviou – percebi que ele ainda estava tenso, então resolvi mudar de assunto, até por que eu não queria desocupar a mente para pensar em Alex. A ficha ainda não caiu, na minha cabeça não parecia algo tão grave como realmente tinha sido – Que tipo de música você gosta?
- Nada em especial – eu liguei o som e começou a tocar uma das minhas músicas preferidas do Linkin Park, Leave Out All The Rest. Comecei a cantar na hora.
- When my time comes, forget the wrong that i’ve done. Help me leave behind some reasons to be missed. And don’t resent me (Quando minha hora chegar, esqueça os erros que eu cometi.Me ajude a deixar pra trás algumas razões para ser lembrado. Não fique ressentida comigo) - Matthew começou a cantar comigo.
 – When you’re feeling empty, keep me in your memory, leave out all the rest, leave out all the rest (Quando se sentir vazia, me mantenha em sua memória, esqueça todo o resto, esqueça todo o resto) – ele abaixou o volume do som.
- Por que abaixou o volume? – perguntei, fazendo cara de triste.
- Quero que me escute – ele parou o carro.
- O que foi?
- Você está estranha. Eu sei que não somos namorados, nunca oficializamos nada. E você tem livre direito de ficar com quem você quiser, mas eu te peço uma chance de te mostrar que eu sou o cara certo para você. Eu te amo, você é a mulher da minha vida. Eu sou apaixonado por você e não importa o que as pessoas digam, você foi feita pra mim. Me escolha, me dê uma chance! – eu comecei a encara-lo, não sei o motivo. É que olhar para ele era como um descanso. Olhar dentro daqueles olhos era como esquecer o mundo que existe lá fora e entrar em um horizonte só nosso.
Eu tenho fortes sentimentos pelo Matthew, ele me ama e acabou de dizer isso. Eu devo responder que o amo também. Devo responder que quero ele perto de mim. Que quero beija-lo. Mas tudo isso ficou entalado na minha garganta.
- Ninguém nunca olhou pra mim da forma que você me olha – cuspi essas palavras. Eram verdadeiras, mas não chegavam nem perto do que eu sentia naquele momento.
- Quando eu fiz aquilo – ele enfatizou a palavra aquilo e eu soube o que era – eu não queria fazer você se sentir mal ou sofrer. Eu pensei que ia perde-la e a Ellie apareceu tão rapidamente – ele soltou um leve suspiro – Eu não quero que você pense que existe alguém mais importante pra mim do que você. Porque não existe. Eu mataria por você. Mas, mais do que isso, eu morreria por você.
Eu senti uma lágrima rolar pelo meu rosto. Ninguém nunca havia me dito tantas palavras bonitas.
- É melhor você não morrer por mim Matthew Taylor – solucei.
Ele pôs o dedo sobre a lágrima e secou.
- Estou perdoado?
- Mais do que isso, eu te escolho! – Eu estendi a mão por trás do pescoço dele e o puxei para um beijo. Sua boca devorou a minha como se fosse a coisa que mais necessitasse em todo o universo. Seus lábios beijaram o meu pescoço e voltavam para os lábios.
Passei minhas mãos por baixo de sua camisa e senti o seu corpo, embora eu soubesse como era o físico dele. Ele parecia mais forte. Enquanto seus braços me puxavam para mais perto dele, eu dava leves puxadinhas em seu cabelo, o que o fazia rir enquanto me beijava. Estava tudo tão maravilhoso. Me lembrei do nosso primeiro beijo, na praia.
Então um barulho ensurdecedor nos interrompeu. Uma buzina de caminhão. Não vi motivo nenhum para terem buzinado. E me senti mal pelo nosso momento ter sido interrompido por algo tão idiota.
- Você quer... continuar? – Matthew perguntou e eu ri.
- Aqui não – ele riu também

17 de jan. de 2015

My Life Would Suck Without You

Happy Birthday to you, Happy Birthdat to youuuu..... Parabéns Prima <3 16? Já? Prevejo cabelos brancos, kkk.
Por ser hoje um dia tão especial, eu quero de todo o coração te dizer o quanto os sonhos são importantes, jamais perca a sua fé em todas as coisas maravilhosas que podem te acontecer. Saiba o quanto gosto de você, e em todos esses anos como foi uma prima especial. Obrigada pelo seu carinho, pela sua amizade, por sua presença, enfim, pela sua existência. 
Podemos não ser primas de sangue, mas somos primas de coração. Quero que saiba que, apesar da distância, eu nunca deixo de pensar em você com todo o amor e carinho que um pensamento pode carregar, porque para mim você é mais do que uma amiga, muito mais do que uma pessoa ligada por algum laço de sangue, é mesmo muito mais do que uma irmã...
Em todos os meus melhores pensamentos você está presente e, hoje em especial, todos os meus pensamentos estão voltados para você. 
Desejo todo o sucesso do mundo a você, saúde, coisas maravilhosas em sua vida. E que essa data se repita por muitos anos e que possamos estar juntas.
Os nossos pequenos momentos se tornam infinitos a partir do momento em que começamos a adora-lo. Ou seja, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito (reconheceu a frase?). 
Então, como eu estou pelo celular não deu pra anexar o vídeo que eu queria, mas vou te enviar. 
Essa surpresa não ficou como eu queria,você percebeu que eu estava com pressa. 
Ainda sim saiba que amo você, mesmo esbanjando sua riqueza kkkkk.

M